Olás!
Em nosso 4º encontro do GEP seguimos para os grupos de trabalho ao qual vale ressaltar foi uma decisão coletiva e consensual.
Após a definição dos grupos de trabalho, cada qual reunidos partiram para as discussões acerca do tema gerador Posicionamentos.
O desafio do momento está colocado, debruçaremos sobre ele, nos embasaremos nas leituras, na ampliação de repertório imagético afim de que possamos chegar a propostas artísticas inovadoras, com autoria e reflexão.
Ficaram assim os grupos:
Édina – Juliana, Reni e Allinny
Edilene – Fabiana, Milton e Rosimeire.
Kátia – Lair, Joana Darc
Fernanda – Selma e Sueli.
Que tenhamos excelentes momentos, ricas aprendizagens e construções.
Fernanda Moraes.
Carlos Drummond nos brinda com sua poesia e nos apresenta como se posicionava sobre o mundo, as pessoas e as coisas, acontecimentos de sua época.
Ele disse certa vez: Fui “uma pedra no meio do caminho” de muitos, criticado pela forma livre de seu verso, por seus posicionamentos políticos polêmicos. Depois, foi aclamado como o maior poeta brasileiro. Em agosto de 2007, vinte anos após sua morte, o reconhecimento de sua grandeza e as influências sobre poetas das atuais gerações são inegáveis.
Dias antes de morrer, em entrevista concedida ao jornalista Geneton Moraes Neto, Drummond diria que “tenho a impressão de que daqui a vinte anos – e eu já estarei no Cemitério São João Batista – ninguém vai falar de mim, graças a Deus”. Não poderia estar mais equivocado.
Para a compreensão dessa obra, A rosa bastante útil é lembrar a data de sua publicação: 1945. Trata-se de uma época marcada por crises fenomenais, como a Segunda Guerra Mundial e, mais especificamente ao Brasil, a Ditadura Vargas. Drummond mostra-se uma antena poderosíssima que capta o sentimento, as dores, a agonia de seu tempo. Basta ler o emblemático A Flor e a Náusea, uma das jóias mais preciosas da presente obra.
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