Experiência desenvolvida pela professora artista Katia Rodrigues continuação do trabalho iniciado no encontro anterior
Rosane Vera Karla
Eu que se manifesta nos autorretratos não é um eu que fala de si, mas que se mostra como pura superfície. Como um pequeno caleidoscópio colorido vago, esse eu forma imagens que se entrelaçam cambiantes, desenham arabescos. Esse EU assim exposto é um desenvolvido, sem idealidade, sem autoritarismo. Autorretratos das pinturas brancas, dissolvido, sem foco, descarnado, mesmo com toda sua carnalidade exposta nos autoretratos fotografados. Ao mesmo tempo, é um Eu que se firma com toda sua presença, nem eu estou aqui ( Helena Pessoa - autorretratos, espelho das coisas)
Edina Nagoshi
Cada um contem galaxias de sonho, fantasias,impulsos de desejo e amores, abismos de infelicidades, vastidão de indiferença gelada, abrasamento de astros em fogo, Avalanche de ódio, extravios idiotas, clarões de lucidez,tempestades de demência...
RochneTorres
AnaRita
``Cada um contem uma pluralidade extraordinaria,
Um cosmo insondável``. Edgar Morin.
Edilene Mara
Haydèe Fernanda Moraes


2 comentários:
Esse momento foi um interessante mergulho em nossa subjetividade, no traçar de metáforas, na expressao de nosso eu tão fluido... tudo começou com a historia da barata, de Lispector. "barata e eu somos infernalmente livres porque a nossa matéria viva é maior que nós, somos infernalmente livres porque minha própria vida é tão pouco
cabível dentro de meu corpo que não consigo usá-la. Minha vida é mais usada pela terra do que por mim, sou tão maior do que aquilo que eu chamava de “eu” que, somente tendo a vida do mundo, eu me teria".
É falar de nós e do que pensam de nós é uma experiência complexa, por meio da visualidade penso isso des - complexa a coisa...rs. Muito bom participar e ter a oportunidade de pensar sobre muitas questões neste GEP.
Abs.
Fernanda.
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